Esta é uma visão de trabalho sobre CJC-1295, para quem quer mais que um parágrafo e menos que um manual.
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Porphyromonas gingivalis é uma bactéria Gram-negativa, tem forma de bacilo, é anaeróbico e patogênico, gerando colônias escuras em ágar sangue. É encontrada na cavidade oral e está associada com alguns tipos de periodontite. Causa lesões teciduais; dificulta a regeneração do tecido devido ao agravo na desregulação do sistema imune e inflamatório. Também é encontrada na porção superior do trato gastrointestinal e no cólon. A degradação de colágeno que é observada na periodontite crônica é em parte devido as enzimas de colágeno que esta espécie possui (colagenases). Foi mostrado em um estudo in vitro que a P.gingivalis é capaz de invadir fibroblastos gengivais de humanos como uma forma de proteção, pois ganha a capacidade de sobreviver em altas concentrações de antibióticos. P. gingivalis quando invade as células epiteliais gengivais em grande quantidade, garante às bactérias e células epiteliais a capacidade de sobreviver longos períodos de tempo por inibição do ciclo celular da célula epitelial.
Fontes: pt.wikipedia.org
Tendinopatia é uma classe de doenças que afetam os tendões. Podem ter origem ocupacional e classificam-se de dois modos: traumáticas e por esforço repetitivo. Na literatura há controvérsias com relação ao termo adequado para sugerir acometimento do tendão. A tendinite que indica inflamação é a mais comum, tendinose que é a degeneração sem inflamação do tendão e tendinopatia, sem incidência de patologia. Na clínica é mais recomendado usar o termo tendinopatia para se referir a alterações do tendão sintomático, ou seja, aquele que apresenta sinais clínicos de dor, restrição ao movimento, limitações das atividades de vida diárias (AVDs). A tendinopatia refere-se a qualquer processo que afete os tendões. Os termos tendinose e tendinite formam a tendinopatia.
Fontes: pt.wikipedia.org
== Etiologias == Há duas explicações para o surgimento da tendinopatia: origem mecânica e vascular. A mecânica é decorrente do esforço repetitivo causando fadiga e por fim, falência do tendão. A origem vascular é que alguns tendões como do supra espinhoso apresentam déficit de aporte sanguíneo por causa da sua posição anatômica, assim, a diminuição da circulação sanguínea interfere no metabolismo do tecido tendíneo. O tendão é composto principalmente por colágenos tipos I e III, o tipo I tem como característica a força do tecido, ou seja, a rigidez do tendão quando submetido a força de tensão, já o tipo III representa a sustentação do tecido. Quando as quantidades desses colágenos estão modificadas, por exemplo, tipo I diminuído e tipo III aumentado resultará em em alteração na atividade normal do tendão.Assim, estudos comparativos entre tendões humanos degenerados e normais demonstrando alterações na composição e distribuição do colágeno. As mudanças, observadas na tendinose, ocorrem no colágeno, tenócitos e também dentro da matriz extracelular. Algumas fibras de colágeno parecem desorientadas, dando a impressão de perda da orientação paralela, há uma diminuição no diâmetro das fibras e uma diminuição na densidade global de colágeno. Também se pode notar um aumento do colágeno tipo III (reparador). Outra característica da tendinose é a proliferação de vasos capilares e arteríolas. O exame histopatológico de tendões calcâneo sintomáticos revelou degeneração e desorganização das fibras de colágeno, bem como aumento na vascularização.
Fontes: pt.wikipedia.org
Lesões inflamatórias e tecido de granulação não são frequentes e, quando presentes, estão associadas com ruptura parcial. Embora não exista nenhuma evidência histopatológica convincente da existência da tendinite, estudos realizados em coelhos demonstraram a presença de células inflamatórias no 5º dia, decrescendo até o 18° após tenotomia. Claramente esse modelo não reproduz o mecanismo das tendinopatias por overuse. Porém, enquanto não sejam obtidas biopsias apropriadas em humanos, a possibilidade de um período breve de verdadeira tendinite não pode ser totalmente excluída, pois na prática clínica a maioria das tendinopatias são crônicas quando o paciente busca atenção médica. Tendinite é o termo tradicionalmente usado para descrever um tendão doloroso crônico e é acompanhado por uma resposta inflamatória. No entanto, as evidências de estudos histopatológicos, bioquímicos e moleculares mostram que a lesão seria mais bem descrita como uma tendinose. Condições como tendinite do calcâneo foram extensamente pesquisadas, embora a infiltração de células inflamatórias no tendão não tenha sido vista em espécimes de biopsia de pacientes com problemas crônicos; os mediadores bioquímicos de inflamação, como as prostaglandinas E2, não foram achados. Entretanto, a ausência de infiltração de células inflamatórias no estado crônico não exclui uma condição inflamatória anterior.
Fontes: pt.wikipedia.org
CJC-1295 é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre CJC-1295 apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=CJC-1295)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=CJC-1295)